sábado, 26 de março de 2016

Missa da Ceia do Senhor

"Tomai, comei, é meu corpo e meu sangue que dou; vivei o amor! Eu vou preparar a ceia na casa do Pai." 

No dia 24/03, Quinta-Feira Santa, a Santa Igreja Católica espalhada pelo mundo deu início a celebração do Tríduo Pascal, e como Igreja de Cristo, a paróquia Nossa Senhora Aparecida celebrou, na Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida a Santa Missa da Ceia do Senhor, presidida pelo seu pároco, Pe. Erisson Roberto, CSsR. Nesta celebração, a Igreja convida os fiéis a, mergulhando no mistério da Paixão de Nosso Senhor, meditar sobre o grande presente deixando por Cristo à sua Igreja: a Eucaristia, Corpo e Sangue do Senhor. Nela também somos convidados pelo Cristo a vivermos com intensidade o mandamento do amor, e encontramos o grande sinal de amor no Próprio Cristo, que "tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim." (Jo 13, 1). 
"Na Quinta-feira santa, contemplamos um “adeus”: a despedida de alguém que vai para o Pai, conforme nos ensina o Evangelho, mas que, ao mesmo tempo, deixa uma profunda nostalgia, sobretudo por causa do modo como essa despedida será levada ao termo, na noite seguinte. Daí o espírito bem particular desta celebração litúrgica: alegria, até jubilosa – o Glória, solenemente entoado, que somente voltará a ecoar na Vigília Pascal. Mas a alegria é uma alegria em tom menor, misturada com lágrimas, uma alegria reticente, inibida. É a única liturgia do ano, em que se canta o glória, sem que se entoe o Aleluia! Essa liturgia reflete bem o espírito dos fiéis diante dos últimos acontecimentos de Jesus neste mundo contraditório. Eles sabem o que os apóstolos naquela noite não sabiam: que Jesus está percorrendo seu caminho até a glória. Ao mesmo tempo, porém, sentem profundamente a dor desta noite de traição e aflição. "   Catequese Católica. Pe. Wagner Augusto.



Na celebração, recordamos que a Eucaristia é um grande Dom de Amor, e é o Sacerdote que traz ao mundo, através de sua oração, por Misericórdia do Pai, este grande dom. E isto foi lembrado pelo Pe. Erisson Roberto em sua homilia, ao afirmar que "cada Santa Missa é única. Através do sacrifício da Santa Missa renovamos o grande mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo, e por isso não existe nenhuma missa igual. E devemos atentar que, só através do Sacerdote a Santa Missa acontece e o mistério da redenção é renovado." E completou o Pe. Erisson que "mesmo um seminarista ou diácono, se estiver na véspera de sua ordenação, e realizar os mesmos ritos, isso não vai passar de um teatro, pois na Santa Missa, o Espírito Santo age através da Sacerdote."


Rito do Lava Pés

Uma das partes centrais da Santa Missa da Ceia do Senhor é o rito do Lava Pés, onde a Igreja repete e atualiza o gesto de Jesus, que ao lavar os pés dos discípulos na última ceia afirmou "Vós me chamais de Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o Sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa como eu fiz." (Jo 13, 15). "O sacerdote, como a própria palavra o diz, é um dom de Deus para o povo. E foi para marcar esta doação de Deus e do padre, que Jesus, nesta noite de Quinta-Feira santa, quebrou novamente o ritual da ceia pascal judaica. Cingiu uma toalha e pôs-se a lavar os pés dos Apóstolos. Gesto proibido aos mestres. Gesto proibido aos senhores. Gesto proibido até mesmo aos escravos. O Evangelista João, que encheu, de forma muito densa, todo capítulo sexto do seu Evangelho com o mistério eucarístico, na última Ceia destaca o exemplo do lava-pés, de profunda doação e partilha." (Catequese Católica. Pe. Wagner Augusto.)
Na celebração da Igreja Matriz foi lavado os pés de doze jovens, que participam de pastorais e movimentos da paróquia. 











Após a oração pós-comunhão, as espécies eucarísticas foram transladadas para uma capela de adoração, prepara para o santo tríduo, assim como manda a tradição da Igreja. Com o fim da celebração da Ceia do Senhor, a Igreja se reveste de silêncio, e começa a celebrar a segunda pare do tríduo pascal; a Paixão e Morte do Senhor. 





Ceia do Senhor no Povoado Cruz das Graças 

A comunidade de Nossa Senhora das Graças, no povoado Cruz das Graças, também está celebrando o Tríduo Pascal, iniciando com a Missa da Ceia do Senhor  e o rito do Lava Pés. A Santa Missa no povoado foi presidida pelo Pe. Geraldo Freire, CSsR., Superior Provincial da Vice-Província Redentorista de Recife, e teve a assistência do Diác. Geovânio Lima. CSsR. 




quarta-feira, 23 de março de 2016

Procissão do Encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores

No inicio da noite da Quarta-feira Santa, dia 23/03, a imagem do Senhor dos Passos saiu da casa de Valter Morais, conduzida pelos homens, e percorreu a Avenida Abdon José Barreto, na cidade de Nossa Senhora Aparecida, para encontrar a imagem de Nossa Senhora das Dores, que saiu da casa de Dona Tide, sendo conduzida pelas mulheres, até a  Imagem de Nossa Senhora Aparecida que fica na Avenida da cidade. 










Na 4ª estação da Via-Sacra, após recordar o Encontro de Jesus com sua Mãe a caminho do Calvário, o Padre Geraldo Freira, CSsR (Superior da Vice-Província de Recife) fez o sermão do encontro, para o grande número de fiéis que participaram da piedosa procissão do encontro. Após o sermão, os fiéis seguiram pelas ruas da cidade meditando todas as estações da via-sacra até a igreja Matriz, onde foi rezada a 14ª estação, finalizando assim  a Procissão do Encontro, com a benção final proferida pelo Padre Erisson Roberto. CSsR.

O significado da Procissão do Encontro (por Prof. Felipe Aquino)
Dentro da Semana Maior, a Procissão do Encontro tem um sentido particular


Uma celebração litúrgica de muita piedade, que o povo católico muito aprecia durante a Semana Santa, é a Procissão do Encontro, um momento que marca o encontro da Virgem Maria com Seu Filho Divino, carregando a cruz no caminho do Calvário, pelas ruas de Jerusalém, depois de ser flagelado, coroado de espinhos e condenado à morte por Pilatos. É um momento em que meditamos o doloroso encontro da Virgem Maria com Jesus; é um momento de profunda reflexão sobre as dores da Mãe de Jesus, desde o Seu nascimento até a Sua morte na cruz. Jesus sofreu a Paixão; a Virgem sofreu a compaixão por nós.

A “espada de Simeão”, que não saíra da mente de Jesus durante 30 anos de Sua vida, apresentava-se cada vez mais ameaçadora diante de Maria. Não é difícil imaginar o quanto Nossa Senhora sofreu ao ver seu Filho ser perseguido, odiado, jurado de morte pelos anciãos e doutores da Lei que o invejavam. Quantas ciladas Lhe armavam! Quantas disputas Ele teve de travar com os mestres da Lei.

E eis que a Paixão do Senhor se torna presente. Todo ano, ela ia a Jerusalém para a festa da Páscoa judaica, e também naquele ano da morte do seu Amado, ela ali estava.

Podemos imaginar a dor do coração de Maria ao saber da traição de Judas, do abandono dos discípulos no Horto das Oliveiras, a negação de Pedro e, depois, Sua prisão e maus tratos nas mãos dos soldados do sumo sacerdote. Certamente, naquela noite santa e terrível, em que Ele, “tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1), Maria foi informada pelos discípulos que abandonaram o Mestre e fugiram na noite.

Fico pensando na dor de Maria ao saber da tríplice negação de Pedro, o escolhido do Senhor, e de tudo o mais que Seu Filho divino estaria passando nas mãos dos soldados naquela noite. Ela sabia que o Sumo Sacerdote e os doutores a lei estavam ansiosos para pôr as mãos n’Ele. São Lucas narra com riqueza de detalhes os fatos:

“Entretanto, os homens que guardavam Jesus escarneciam dele e davam-lhe bofetadas. Cobriam-lhe o rosto e diziam: Adivinha quem te bateu!” (Lc 22,63-64).

Que Mãe suportaria ver seu Filho sofrer tanto assim?

Na manhã do dia seguinte, sabia que seu Filho era colocado diante de Pilatos, que o mandou flagelar até o sangue escorrer de Suas chagas, e ainda coroado com uma coroa de espinho, dolorosa e humilhante. Que Mãe suportaria ver seu Filho sofrer tanto assim? Que dor Maria não sentiu ao saber, ou quem sabe até ao ouvir, o povo insuflado pelos doutores da Lei gritando a Pilatos: “Crucifica-o! crucifica-o!”? Como deve ter sofrido ao ouvir o povo gritar!

“Todo o povo gritou a uma voz: ‘À morte com este, e solta-nos Barrabás’. Pilatos, porém, querendo soltar Jesus, falou-lhes de novo, mas eles vociferavam: ‘Crucifica-o! Crucifica-o!’. Pilatos pronunciou então a sentença que lhes satisfazia o desejo” (Lc 23,18-24).

Pilatos tinha sentimento humano para com Jesus; tivesse ele vencido sua covardia, talvez o teria salvo do furor da multidão. Maria aceitou tudo aquilo, não se revoltou naquela hora tremenda, que decide a vida ou a morte de seu Filho. Ela sabe que o Filho podia por si, sem auxílio alheio, livrar-se de Seus inimigos, mas se se deixou como um cordeiro levar ao suplício, é porque o fez espontaneamente, cumprindo a vontade de Deus.

Maria foi ao encontro de Jesus que, carregado do peso da cruz, encaminha-se para o Calvário. Ela o vê todo desfigurado e entregue, coberto de mil feridas e horrivelmente ensanguentado. Seus olhares se cruzam. Nenhuma queixa sai de sua boca, porque as maiores dores Deus lhe reservou para a salvação do mundo. Aquelas duas almas, heroicamente generosas, continuam juntas no seu caminho do sofrimento, até o lugar do suplício.

Certamente, Maria O acompanhou no caminho do Calvário, onde ela viu seu Amado carregar a cruz de nossos pecados, todo chagado, ferido, coroado de espinhos, destruído. Certamente, ela se lembrou da espada de Simeão e das palavras de Isaías que conhecia tão bem, tendo-a ouvido na sinagoga de Nazaré:

“Era desprezado, a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; como aqueles, diante dos quais se cobre o rosto, era amaldiçoado e não fazíamos caso dele.
Em verdade, Ele tomou sobre si nossas enfermidades e carregou os nossos sofrimentos; e nós o reputamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado. Mas ele foi castigado por nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades. O castigo que nos salva pesou sobre Ele; fomos curados graças às Suas chagas. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho. O Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós. Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca, como um cordeiro que se conduz ao matadouro, e uma ovelha muda nas mãos do tosquiador. (Ele não abriu a boca.) Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa, quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo? Foi-lhe dada sepultura ao lado de facínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira. Mas aprouve ao Senhor esmagá-lo pelo sofrimento; se ele oferecer sua vida em sacrifício expiatório, terá uma posteridade duradoura, prolongará seus dias, e a vontade do Senhor será por ele realizada. Após suportar em sua pessoa os tormentos, alegrar-se-á de conhecê-lo até o enlevo. O Justo, meu Servo, justificará muitos homens, e tomará sobre si suas iniquidades. Eis por que lhe darei parte com os grandes, e ele dividirá a presa com os poderosos: porque ele próprio deu sua vida, e deixou-se colocar entre os criminosos, tomando sobre si os pecados de muitos homens, e intercedendo pelos culpados” (Is 53,3-12).

Não há dor semelhante a essa de Nossa Senhora, desde quando se encontrou com seu divino Filho no caminho do Calvário, carregando a pesada cruz e insultado como se fosse um criminoso. A aceitação da vontade do Altíssimo sempre foi a sua força em horas tão cruéis como essa.


Maria compreende a dor da alma


Ao encontrar Sua Mãe, os olhos de Jesus a fitaram, e ela certamente compreendeu a dor de Sua alma. Não pôde lhe dizer palavra nenhuma, mas a fez compreender que era necessário que unisse a sua dor à d’Ele. A união da grande dor de Jesus e de Maria, nesse encontro, tem sido a força de tantos mártires e de tantas mães aflitas.
Esse fato ficou tão marcado na vida do povo católico, que tanto ama sua Mãe e seu Filho, que não deixa de celebrar esse encontro com uma procissão na Semana Santa. Mãe e Filho se encontram nas ruas das cidades ou em alguma praça onde o povo pode reviver esse santo encontro.

Nós, que temos medo do sacrifício, devemos aprender, nesse encontro, a submeter-nos à vontade de Deus, como Jesus e Maria se submeteram. Aprendamos a calar nos nossos sofrimentos, e os olhares de Jesus e de Maria consolarão a nossa pobre alma sofredora.
Maria viveu os tormentos da Paixão de seu armadíssimo Filho. Encontra-O no caminho do Calvário, flagelado, coroado de espinhos, esbofeteado, destruído… Que mãe poderia aguentar tamanha dor? Seu Filho Santo, Deus, carregando nas costas a cruz de Seu suplício!

As nossas almas vão sentir a eficácia dessa riqueza na hora em que, abatidos pela dor, formos até nossa Mãe, fazendo a meditação desse encontro dolorosíssimo. Esse silêncio se converterá em força para as almas aflitas, quando, nas horas difíceis, souberem recorrer à meditação desta Mãe que sofre.

É precioso o silêncio nas horas de sofrimentos; muitos não sabem sofrer uma dor física, uma tortura da alma, em silêncio; desejam logo contá-la para que todos o lastimem! Nossa Senhora e Jesus nos ensinam a vencer a aflição suportando tudo, em silêncio, por amor a Deus.

Certamente a dor nos humilha, mas é nessa santa humilhação que Deus nos edifica, corrige, cura e santifica. São Francisco de Sales dizia que ninguém se torna humilde e santo se não passar pela cadinho da humilhação. Jesus e Maria nos ensinam a aprender a sofrer em silêncio, como eles sofreram no doloroso encontro no caminho do Calvário.
Fonte: http://formacao.cancaonova.com/liturgia/tempo-liturgico/quaresma/o-significado-da-procissao-do-encontro/

terça-feira, 22 de março de 2016

Domingo de Ramos abre celebrações da Semana Santa

No último domingo, dia 20/03, junto com toda a Igreja no mundo, a paróquia Nossa Senhora Aparecida abriu as celebrações da Semana Santa com a Celebração da Bênção e Procissão de Ramos e a Santa Missa da Paixão do Senhor. Durante todo o dia do domingo, as comunidades centrais dos setores paroquiais tiveram celebrações, e no final da tarde, a celebração aconteceu na Matriz de Nossa Senhora Aparecida. A procissão e santa missa, presidida pelo Pe. Erisson Roberto, CSsR., teve início na Rua São Sebastião. Seguindo o rito litúrgico, foi dada a bênção dos ramos, que lembram os ramos trazidos pelos judeus quando aclamaram Jesus como Rei em sua entrada em Jerusalém, e após a leitura do Evangelho de São Lucas 19, 28-40, os fiéis saíram em procissão, cantando, como os "filhos dos hebreus", Hosana ao Filho de Daví! 

Chegada a procissão na Igreja Matriz, teve início a segunda parte da liturgia deste domingo, sendo ela a Santa Missa da Paixão do Senhor. Na liturgia da palavra, a narrativa da Paixão figura como parte central, e através dela, podemos  "compreender profundamente o mistério de nossa Salvação. O Cristo sofredor nos ofereceu sua própria vida para a nossa redenção. Ele sabe que sua missão não será em vão." 

A partir das celebrações desta que é considerada a "semana maior" para os Cristãos Católicos, os fiéis são convidados a mergulharem no mistério Pascal do Cristo, Cordeiro por nós imolado, e com Ele, viver e celebrar os mistérios da nossa Salvação. Nos ensina a Igreja que para ressuscitarmos com o Cristo, precisamos viver com ele o calvário, e, como Cristo no madeiro da Cruz, que atraiu para si todos os pecados, devemos nos livrar das nossas faltas, e buscamos nos revestir sempre das graças de Cristo, que é nosso Divino Redentor. 









sexta-feira, 18 de março de 2016

Semana Santa 2016 - Programação completa


Dia 20 de março DOMINGO DE RAMOS

8:30h – Bênção dos Ramos e Santa Missa na Comunidade Nossa Senhora das Graças - Pov. Cruz das Graças. 
8:30h – Bênção dos Ramos e Santa Missa na comunidade Nossa Senhora do Carmo - Pov. Algodão.
16h – Bênção dos Ramos e Santa Missa na comunidade Nossa Senhora da Conceição - Pov. Conceição.
17h – Bênção dos Ramos na Rua São Sebastião, próximo a Loja Xavantes. Em seguida, procissão até a Igreja Matriz e Santa Missa da Paixão do Senhor.

Dia 22 de marçoTERÇA-FEIRA

9h – Confissão e visita aos doentes em Cruz das Graças.
19h – Noite da Misericórdia na Igreja Matriz
          Após a celebração, saída com a imagem do Senhor dos Passos (homens) para a casa de Walter Morais e Nossa Sra. das Dores (mulheres) para a casa de Dona Tide, ambas na avenida Abdon Barreto.

Dia 23 de marçoQUARTA-FEIRA

19h – Procissão do Encontro com a saída das imagens da casa de onde foram deixadas na terça, rezando a via-sacra pelas ruas, o encontro se dará na 4ª Estação de frente a imagem de N.Sra. Aparecida na avenida, continua a via-sacra até a Igreja Matriz.
          

Dia 24 de marçoQUINTA-FEIRA SANTA / PÁSCOA DA CEIA

9:00 h – Santa Missa do Crisma na Catedral em Aracaju
19:30h – Santa Missa da Ceia do Senhor com o rito do Lava Pés na comunidade Nossa Senhora das Graças - Pov. Cruz das Graças. 
19:30h – Santa Missa da Ceia do Senhor com o rito do Lava Pés na Igreja Matriz.
               Ao final, transladação do Santíssimo.
ADORAÇÃO:
21:30 às 22:00 – Ministros Extraordinários da Eucaristia
22:00 às 22:30 – Apostolado da Oração / Legião de Maria / Grupo de oração RCC
22:30 às 23:00 – Pastorais: Batismo, Eucaristia, Crisma e Dízimo
23:00 às 23:30 – Terço dos Homens
23:30 às 24:00 – EJNS / ENS

0 h – Procissão do Silêncio pelas ruas, com os homens.

Dia 25 de marçoSEXTA-FEIRA SANTA / PAIXÃO DO SENHOR
8:30h – Confissão Sacramental na Igreja Matriz
15h – Celebração da Paixão com adoração da Cruz na comunidade Nossa Senhora das Graças, em Cruz das Graças.
15h – Celebração da Paixão com adoração da Cruz na Igreja Matriz.
            Em seguida, procissão com o Senhor Morto pelas ruas.

Dia 26 de marçoSÁBADO SANTO / VIGÍLIA PASCAL

19:30h – Celebração da Vigília na comunidade Nossa Senhora das Graças, em Cruz das Graças.
20h – Bênção do fogo novo em frente a Clínica da Família.
          Em seguida, procissão até a Igreja com o Círio, onde continuará a Vigília.

Dia 27 de março – DOMINGO DA RESSURREIÇÃO / PÁSCOA DO SENHOR

9h – Santa Missa na comunidade Nossa Senhora das Graças, em Cruz das Graças.

17h – Santa Missa na Igreja Matriz.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Caminhada penitencial: um convite à contemplar a Misericórdia do Pai

Ainda na madrugada do último sábado, dia 12/03, os fiéis de Nossa Senhora Aparecida se reuniram junto do seu pároco, Pe. Erisson Roberto, CSsR., para meditar os Passos da Paixão de Cristo na terceira Caminhada Penitencial da Paróquia. Num percurso de cerca de 6 km, que esse ano seguiu até a capela de Santa Paulina no povoado Salgadinho, os fiéis buscaram aproximar-se de Deus através da oração, que gera a conversão.  A caminhada é penitencial pois, além de meditar os Passos da Paixão através da Via Sacra, os fiéis são convidados a percorrerem um caminho longo, e assim, enfrentar o cansaço natural de um itinerário que iniciou nas primeiras horas do dia. 

"Muito diferente está Vossa Divina figura d’Aquela que os Apóstolos contemplaram no Tabor, ou caminhando sobre as águas, ou curando os enfermos. Nessa divina tragédia verei estampada a feiura e a maldade de meus pecados. Aos Vossos pés deposito minhas misérias e peço­Vos perdão pela enorme culpa que tenho em Vossos tormentos!"



Com os exercícios quaresmais, esse ano inserido no âmbito do Ano da Misericórdia, a Paróquia, seguindo o chamado da Igreja através do Papa Francisco, convida os fiéis a entrarem na dinâmica da misericórdia, e a contemplarem o rosto misericordioso do Pai, que se revela através de seu filho Jesus Cristo.  



sábado, 12 de março de 2016

Tem início a festa de São José no Povoado Lages

Na última quinta, dia 10/03, teve início o novenário em preparação para a festa do Glorioso São José, no povoado Lages. Do dia 10 até o dia 19/03 a comunidade viverá uma intensa programação de missas, procissões, celebrações e visitas da imagem do padroeiro, preparando os fiéis para a grande festa do padroeiro universal da Igreja, o santo esposo de Maria. A santa missa da primeira noite de novena teve como presidente da celebração o Pe. João Andrade, pároco da Paróquia Senhora Sant'Ana, Catu-BA - Diocese de Alagoinhas, e filho do Povoado Lages. 

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segunda-feira, 7 de março de 2016

Fiéis de Nossa Senhora Aparecida participam com devoção das "24 Horas para o Senhor"

No último sábado, as 11 hs, o Santo Sacrifício Eucarístico encerrou a programação das "24 Horas para o Senhor" na paróquia Nossa Senhora Aparecida. A vigília de Adoração, que ocorreu das 12 hs da sexta até as 11 hs do sábado, levou até a igreja matriz centenas de fiéis paroquianos, da cidade e dos povoados, membros de pastorais e movimentos, que atendendo o convite do Santo Padre Francisco, buscaram ter um encontro com Jesus eucarístico, entregando-se nos braços misericordiosos do Pai através da Oração. 
Antes do início da Santa Missa, o Pe. Erisson Roberto, CSsR., e o Diác. Geovânio Lima, CSsR., conduziram a adoração, e ao final, foi dada a bênção do Santíssimo Sacramento.




Na celebração eucarística, O Pe. Erisson Roberto, CSsR., destacou que encontrar o Senhor, que se revela na oração e na eucaristia, é de fundamental importância para o católico, especialmente no tempo da quaresma, quando buscamos ainda mais a conversão. Também ressaltou que, sendo a Matriz de Nossa Senhora Aparecida um santuário arquidiocesano da misericórdia para o ano jubilar, várias celebrações especiais aconteceram durante o ano, e que a participação da comunidade é primordial para que mais pessoas possam ser atraídos a ter um encontro com o Pai das Misericórdias.