segunda-feira, 12 de maio de 2014

Domingo do Bom Pastor

"A terra está repleta do amor de Deus; por sua palavra foram feitos os céus, aleluia!" Sl 32,5-6

Neste domingo, dia 11, a igreja de todo o mundo celebrou o quarto domingo da páscoa que também é conhecido como o domingo do bom pastor. Neste dia recordamos Cristo, o bom pastor que dá a vida por suas ovelhas, e assim como nos pediu o Venerável Papa Paulo VI rezamos especialmente pelas vocações sacerdotais e religiosas. Este ano a celebração pascal do Bom Pastor caiu no mesmo domingo em que celebramos o dia das mães, aumentando ainda mais a alegria de celebrar a festa da ressurreição de Nosso Senhor.


"Jesus se apresenta como o pastor segundo o coração de Deus, quele que foi anunciado pelos profetas. Conhece intimamente o Pai e transmite esse conhecimento aos seus (evangelho). Por isso, ele é a "porta", o mediador. Conhece intimamente também a nossa condição, porque como "cordeiro" carregou os pecados de todos nós (2ª leitura). Conduz os seus com a autoridade de quem ama e deu a sua vida; e eles, na fé, escutam a sua voz e seguem suas pegadas. Seu sacrifício "pela multidão" exclui qualquer privilégio e abre a salvação para todos os homens." Missal Dominical da Assembléia Cristã, p. 375. 
Na paróquia de Nossa Senhora Aparecida a comunidade celebrou com júbilo este dia, reunindo-se para celebrar o santo sacrifício da missa. No período da manhã, a santa missa foi presidida pelo vigário paroquial, Pe. José Ailton CSsR. Já a celebração da noite teve a presidência do pároco, Pe. Erisson Roberto, CSsR. 
Antes do inicio da Santa Missa a comunidade recitou o Santo Terço diante de uma imagem de Nossa Senhora de Fátima (celebrada no próximo dia treze, data da primeira aparição na Cova da Iría). Durante a solene liturgia, foi possível experimentar da dignidade e da sacralidade do culto da igreja, que vivencia e atualiza o mistério pascal do Cordeiro. 
No final da santa missa foi entronizada na matriz uma capela missionária da Congregação do Santíssimo Redentor, dada a paróquia para peregrinar entre as famílias e as comunidades como forma de divulgação e convite a oração pela presença redentorista na cidade, além de uma forma de promoção vocacional. Também no final as mães foram homenageadas recebendo uma benção especial, além de terem sido presenteadas com cartões e brindes, como forma de lembrança pelo seu dia.











































sábado, 3 de maio de 2014

Profissão perpétua do Ir. Genilson Silva, CSsR

Na última sexta, dia 02, impulsionados pela semana missionária redentorista, na presença do superior Vice Provincial Pe. Antônio Ranis, CssR,  a congregação do Santíssimo redentor da Vice-Província de Recife, junto com grande parcela do povo de Deus, se reuniu na igreja matriz de Nossa Senhora da Penha na cidade de Gameleira-PE, pertencente a Diocese de Palmares, para celebrar alegremente a profissão perpétua do Ir. Genilson Silva, CSsR. 






Diante do Pe. Antônio Ranis o Ir. Genilson Silva confirmou os seu primeiros votos, o fazendo desta vez para toda a vida, além de fazer o voto de perseverança na congregação servindo a igreja e ao povo de Deus. Vale lembrar que o Ir. Genilson viveu alguns meses na nossa paróquia, onde ajudou nas comunidades rurais, no serviço com os jovens, além de atuar em outros trabalhos. 






Ao fim da santa missa, o Pe. Antônio Ranis, CSsR., entregou ao Pe. Erisson Roberto, CSsR. e a alguns membros da paróquia de Nossa Senhora Aparecida que se fizeram presentes na celebração uma capela missionária, que servirá para ajudar a promoção vocacional da congregação em todo o território sergipano.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Vaticano envia questionário sobre situação da música sacra aos Bispos de todo o mundo


Vaticano, 30 Abr. 14 / 03:04 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e o Pontifício Conselho para a Cultura enviaram às Conferências Episcopais de todo o mundo um questionário, como parte de uma pesquisa que está sendo realizada sobre o estado da música sacra.



Conforme informou em um comunicado o dicastério vaticano, a cinquenta anos do Concílio Vaticano II, este estudo, que abrange todos os aspectos da música sacra (liturgia, formação, atividade pastoral, concertos), tem o objetivo de “refletir sobre o desenvolvimento ocorrido no campo da música e tem o desejo de oferecer uma contribuição ao ministério dos músicos para a glória de Deus e a santificação dos fiéis”.

Além das Conferências Episcopais, o documento também está dirigido aos Institutos religiosos e às Faculdades de Teologia.

Entretanto, o Conselho Pontifício da Cultura também colocou o documento ao alcance dos fiéis “para seu próprio uso e reflexão”.

Para baixar o documento, em formato PDF, pode ingressar em:


http://www.cultura.va/content/dam/cultura/documenti/pdf/musica/inquerito.pdf


Fonte: ACIDigital

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Em missa de abertura, bispos confiam 52ª Assembleia Geral à Virgem de Aparecida

Missa de abertura - 52ª Assembleia Geral da CNBB - Diego Simari

                                                                                                                                         Com liturgia e cânticos especiais, a Celebração Eucarística das 7h30 no Santuário Nacional abriu os trabalhos da 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil. O episcopado reunido confiou as atividades dos próximos dez dias à Virgem Mãe Aparecida e recordou a ausência dos bispos falecidos recentemente, Dom Aloísio Roque Oppermann, arcebispo emérito de Uberaba, e Dom José Moreira Bastos, bispos de Três Lagoas (MS).
A Celebração foi presidida pelo Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, e teve início com a leitura do Salmo 76 (77) “Lembrando as maravilhas do Senhor”, seguida do Cântico 1Sm 2,1-10 “Os humildes se alegram em Deus”.
Confiamos nossos trabalhos à virgem Mãe Aparecida, Padroeira e Rainha do Brasil. Este é um dos momentos mais importantes desta assembleia, pois temos os olhos fixos em Jesus Cristo, o Bom Pastor.
(Cardeal Damasceno)
O cardeal iniciou sua homilia citando os novos santos da Igreja Católica, São João Paulo II, São João XXIII e São José de Anchieta: “A santidade é uma vocação universal e as canonizações são estímulos para nós, porque nos oferecem modelos de santidade”. Em seguida, comentou o Evangelho de Marcos, ressaltando que Deus nos enviou Seu filho para que acreditemos no Seu amor. “Ele nos deu a conhecer que Deus é amor, e que podemos depositar Nele nossa confiança, porque Ele nos ama incondicionalmente. Esta é a razão da alegria cristã e motivo de partilharmos a fé crista por meio da evangelização”, disse.
Citando Papa Francisco, afirmou que “a experiência da fé é uma experiência de amor sem limites; a evangelização é a partilha desse amor”.
Em seguida, o celebrante pontou os destaques da 52ª Assembleia Geral, ressaltando o tema central ‘Comunidade de comunidades: uma nova paróquia’: “Ser comunidade é viver a fé na forma do amor fraterno, é o apoio de que necessitamos para anunciar o Evangelho com alegria e entusiasmo”, exaltou Dom Damasceno. Em seguida, lembrou os dois temas prioritários que refletirão sobre o papel do leigo na Igreja e a questão agrária no país.
Foto de: Diego Simari/ A12.com
missa_abertura_cnbb_diego_simari_6_001
Cerca de 300 bispos participam da 52ª Assembleia
dos Bispos da CNBB.
Ao final, o cardeal fez uma breve prece a Nossa Senhora Aparecida: “Confiamos nossos trabalhos à virgem Mãe Aparecida, Padroeira e Rainha do Brasil. Este é um dos momentos mais importantes desta assembleia, pois temos os olhos fixos em Jesus Cristo, o Bom Pastor”.
Cardeal Damasceno recordou ainda que Dom Aloísio Roque Oppermann e Dom José Moreira Bastos já haviam confirmado presença na 52ª Assembleia Geral. “Que Deus os acolha e recompense por todo o trabalho que prestaram à Igreja como sacerdotes e bispos”, refletiu.
Fonte: Portal a12.com

domingo, 27 de abril de 2014

Papa Francisco: "João XXIII e João Paulo II não tiveram vergonha da carne de Cristo"


Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco presidiu neste Domingo da Misericórdia na Oitava de Páscoa, 27 de abril, a missa de canonização dos Papas João XXIII e João Paulo II na Praça São Pedro.


A praça, a Via da Conciliação e demais ruas adjacentes ao Vaticano estavam lotadas de peregrinos que vieram de várias partes do mundo para participar desse evento histórico para a Igreja Católica. Muitos fiéis dormiram em sacos de dormir espalhados pelas ruas e quando a Praça São Pedro foi aberta às 5h30 locais eles entraram para dentro da praça e esperaram o horário da celebração. 



Vários fiéis participaram de vigílias de orações realizadas nas igrejas de Roma. Muitos passaram a noite em claro, cantando, rezando, fazendo adoração eucarística e se confessando. Muitos peregrinos acompanharam a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II através de telões espalhados em vários pontos do centro da capital italiana. Mais de 500 cinemas de 20 países do mundo transmitiram ao vivo a cerimônia na Praça São Pedro.



O Papa emérito Bento XVI concelebrou com o Papa Francisco a missa de canonização de João XXIII e João Paulo II. Ao entrar no adro da Basílica de São Pedro, pouco antes da cerimônia, Bento XVI foi aplaudido pelos fiéis. Os peregrinos aplaudiram também o Papa Francisco quando foi ao encontro do Papa emérito para saudá-lo com um abraço.



"No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado. Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria", disse o Papa Francisco no início de sua homilia. 



"Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!». Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados»", disse ainda o Santo Padre.



"João XXIII e João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado traspassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão, porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, de sua misericórdia, à Igreja e ao mundo. Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria", frisou ainda o Papa Francisco.



Segundo o pontífice, "nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante». A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até a náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão". 



"Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade de fiéis, em Jerusalém, da qual nos falam os Atos dos Apóstolos. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade."



"E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhes deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado. Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito", sublinhou o pontífice.



"Neste serviço ao Povo de Deus, João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos vivendo um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu."



"Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama", concluiu o Papa Francisco. (MJ)

Fotos da internet 






















Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/04/27/papa_francisco:_jo%C3%A3o_xxiii_e_jo%C3%A3o_paulo_ii_n%C3%A3o_tiveram_vergonha_da/bra-794286
do site da Rádio Vaticano